Vestes-te de vermelho
E proferes-te distante da carne,
Envergas a cruz de ouro
Quando dizes professar a palavra de Cristo,
Quem és tu cardeal na calvície,
Para mostrar o Caminho?
A tua barriga envergonharia dez crianças famintas!
Vives sob as abóbadas do lustro
E nunca conheceste o caminho que negas aos outros.
Só quem a Perdição calcorreou, poderá aos gentios sugerir,
Que esse é o caminho da Salvação.
Ouvir-te-ão quando o percorreres.
Serás padre quando a palavra e a maçã cederes,
Nas mãos do incrédulo.
Agora vai,
Vai e erra!
Por amor a Deus.
A Tentação esteja contigo!
Os Homens fazem-se de Chagas.
Os Santos de Maldição.
E proferes-te distante da carne,
Envergas a cruz de ouro
Quando dizes professar a palavra de Cristo,
Quem és tu cardeal na calvície,
Para mostrar o Caminho?

A tua barriga envergonharia dez crianças famintas!
Vives sob as abóbadas do lustro
E nunca conheceste o caminho que negas aos outros.
Só quem a Perdição calcorreou, poderá aos gentios sugerir,
Que esse é o caminho da Salvação.
Ouvir-te-ão quando o percorreres.
Serás padre quando a palavra e a maçã cederes,
Nas mãos do incrédulo.
Agora vai,
Vai e erra!
Por amor a Deus.
A Tentação esteja contigo!
Os Homens fazem-se de Chagas.
Os Santos de Maldição.