O Adamastor, o espantalho, o rapaz. O guerreiro, a planície, os pardais, as gaivotas e os vendavais, entre outros arquétipos ancestrais.
O sangue que escorre dos punhos ou a paz que se leva aos outros. A liberdade, essa, não sei se a atingi nem ninguém. Mais um ideal dos homens para conversarem à luz da fogueira. Apenas mais um dos que comem na mesa do sagrado e do profano.AM
6.18.2007
É de louvar a escrita que busca somente capturar um momento mágico de consciência alargada. E essa nunca poderá ter autor, ela vive da sua própria beleza. Não queiras colher a bela flôr que nasceu.