O Adamastor, o espantalho, o rapaz. O guerreiro, a planície, os pardais, as gaivotas e os vendavais, entre outros arquétipos ancestrais.
O sangue que escorre dos punhos ou a paz que se leva aos outros. A liberdade, essa, não sei se a atingi nem ninguém. Mais um ideal dos homens para conversarem à luz da fogueira. Apenas mais um dos que comem na mesa do sagrado e do profano.AM
6.26.2007
Que luz Que gentil baloiçar E tórrido calor emana da tua pele És ilha tentadora em que desespero naufragar Na tua areia sedutora deitar e perder-me nas ondas