O Adamastor, o espantalho, o rapaz. O guerreiro, a planície, os pardais, as gaivotas e os vendavais, entre outros arquétipos ancestrais.
O sangue que escorre dos punhos ou a paz que se leva aos outros. A liberdade, essa, não sei se a atingi nem ninguém. Mais um ideal dos homens para conversarem à luz da fogueira. Apenas mais um dos que comem na mesa do sagrado e do profano.AM
8.17.2007
Afastem-se da poesia, porque ela leva à loucura.
Mas loucos somos nós todos, não tenhas medo da poesia.
E assim, com a maça numa mão e a tentação na outra, está indicado o caminho.