Deixai-os bater à porta,
Nas noites de ventania tenebrosa
Que eu os ouvirei
Como às batidas no meu coração.
E apesar do medo,
Não entrarão na minha casa
Porque foi construída com as mãos.
Tudo o que eles poderão destruir
Já está destruído.
Não cerrarás os punhos
Virarás as palmas das mãos para o céu.
E o vento não será mais.