O Adamastor, o espantalho, o rapaz. O guerreiro, a planície, os pardais, as gaivotas e os vendavais, entre outros arquétipos ancestrais.
O sangue que escorre dos punhos ou a paz que se leva aos outros. A liberdade, essa, não sei se a atingi nem ninguém. Mais um ideal dos homens para conversarem à luz da fogueira. Apenas mais um dos que comem na mesa do sagrado e do profano.AM
8.31.2007
Sagres
Essa falésia à beira mar plantada Onde o azul se perde no infinito Conta que a terra acaba onde começa o mar.
E quem deixa esta vida Em barca incerta, abraçando o mar Novas terras encontrará Sem igual nem par.