Ah, pobre homem!
Apenas vivias para dar abaixo
O que de cima te ensinaram
E se para ti tirasses proveito,
O gélido sabor da tua lâmina
Conheceria as vísceras sagradas
A casa onde habitava a vontade
Pertencias à casta mais baixa
A que vivia para nos servir
O meu pescoço é teu
Inclino-me perante o último,
O primeiro a ser servido