O Adamastor, o espantalho, o rapaz. O guerreiro, a planície, os pardais, as gaivotas e os vendavais, entre outros arquétipos ancestrais.
O sangue que escorre dos punhos ou a paz que se leva aos outros. A liberdade, essa, não sei se a atingi nem ninguém. Mais um ideal dos homens para conversarem à luz da fogueira. Apenas mais um dos que comem na mesa do sagrado e do profano.AM
9.26.2007
Como se chama ele? Abraço E tu, como te chamas? Abraçado E porque dão-se tão bem? Porque assim se vive em chama, E se aprende a abraçar Ele quem? Aquele que chama