Olha a criança que pula na areia
Não é redoma de cristal o mundo
Não poderás ensinar o teu filho
Recordá-lo-ás apenas
Que correste o mesmo caminho
E quando ele ao fim chegar
Lembrará o seu filho
Que gritaste que se ia magoar
No conforto do teu lar.
Porque me abandonais, Pai?
Para que te magoes no meu caminho
Avista o cristal no brilho
A areia a levantar