O Adamastor, o espantalho, o rapaz. O guerreiro, a planície, os pardais, as gaivotas e os vendavais, entre outros arquétipos ancestrais.
O sangue que escorre dos punhos ou a paz que se leva aos outros. A liberdade, essa, não sei se a atingi nem ninguém. Mais um ideal dos homens para conversarem à luz da fogueira. Apenas mais um dos que comem na mesa do sagrado e do profano.AM
9.17.2007
O palhaço pintou um sorriso Eterno como o de Buda Mas quando a máscara A sua mão retirar, Pintor sem tela Escultor sem pedra Mãe sem rebento Deus sem o Homem será