O Adamastor, o espantalho, o rapaz. O guerreiro, a planície, os pardais, as gaivotas e os vendavais, entre outros arquétipos ancestrais.
O sangue que escorre dos punhos ou a paz que se leva aos outros. A liberdade, essa, não sei se a atingi nem ninguém. Mais um ideal dos homens para conversarem à luz da fogueira. Apenas mais um dos que comem na mesa do sagrado e do profano.AM
12.17.2008
Rosmaninho
Arquitecta do mundo O homem apenas desenha Para onde nos levas plebeia, Para o mel da tua colmeia? Onde picas com o teu ferrão O falo de um homem deseja Doce veneno o teu, Eterna Mestra Abelha