A mulher rouba ao homem para dar vida, fermenta o desejo na qual a semente é germinada, colhe-o como se fosse da má vida e ainda pretende passar por casta. O homem goza a mulher prostrada, dá a planta semeada, é terra lavrada da mulher sagrada.
Pois a mulher é fera que mata a cria vizinha para dar vida de si, ferida aberta de homens nascidos, à morte lançados, às garras de outras feras. Portal celestial na qual a luz é semeada. A cruz plantada.
Não chores mulher, não vais morrer, acabas de dar à luz! Que sempre que fazes um homem chorar, há mais um ponto no universo que reluz.