O Adamastor, o espantalho, o rapaz. O guerreiro, a planície, os pardais, as gaivotas e os vendavais, entre outros arquétipos ancestrais.
O sangue que escorre dos punhos ou a paz que se leva aos outros. A liberdade, essa, não sei se a atingi nem ninguém. Mais um ideal dos homens para conversarem à luz da fogueira. Apenas mais um dos que comem na mesa do sagrado e do profano.AM
3.22.2011
limbo
Parar agora de escrever
resumir tudo o resto
neste verso de nada
Neste limbo de querer
sem tentar, a verdade
num poema dizer
Por mais que olvide
a página vazia,
A vida é escrita